Treinador explica decisões médicas e táticas que tiraram nomes do time titular e justifica gestão de risco para as próximas partidas.
Mano Menezes foi direto ao ponto na coletiva: a montagem do time do Grêmio que enfrentou o Botafogo teve como premissa a preservação e a gestão física do elenco. Segundo o técnico, decisões tomadas em conjunto com departamento médico, comissão técnica e coordenação de performance afastaram jogadores do time titular — entre eles Amuzu, que vinha com desconforto, e Arthur, que sofreu um trauma na planta do pé e terminou o jogo mancando. “Ah, porque a gente não queria ganhar.”, completou Mano, ironizando interpretações simplistas sobre suas escolhas.

O treinador também comentou o caso de Carlos Vinícius: sem recuperação plena, o centroavante ficou fora do início e entrou apenas para os últimos 30 minutos — opção combinada entre jogador e comissão para evitar agravar a condição. Mano lembrou que a responsabilidade não é individual: “Existe equipe, existe comissão técnica, existe departamento médico, existem coordenador de performance, pra gente chegar nas decisões que a gente tem que tomar.” A leitura gremista é clara: preservar a capacidade de disputa nos próximos compromissos foi prioridade, mesmo que isso gere reclamação imediata da torcida ou críticas pontuais.
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