Detalhe burocrático muda o rumo das negociações e aumenta a tensão nos bastidores tricolores
O Grêmio caminhava firme para manter Jefinho, peça que Mano Menezes vê com bons olhos para o elenco de 2026, mas um detalhe simples — e ao mesmo tempo inacreditável — mudou tudo de repente. A informação vinda da Esporte Band RS pegou muita gente de surpresa: o clube perdeu a preferência de renovação. E não foi por falta de intenção. Houve conversa, houve oferta, houve movimento. Faltou justamente aquilo que costuma separar segurança de risco: protocolo.
Para garantir prioridade, o clube precisava oficializar a proposta na FGF com 45 dias de antecedência do fim do vínculo. A direção chegou a apresentar a oferta, mas não realizou o protocolo. Um gesto burocrático, mas determinante. A partir daí, a porta se abriu para outros interessados, e o cenário que parecia controlado virou incerteza. No vestiário, o impacto é real; nas arquibancadas, a repercussão é imediata.

Agora, o Tricolor se vê obrigado a entrar no jogo como qualquer outro concorrente, sem vantagem, sem amarras contratuais a seu favor. A mobilização interna muda de tom, porque a situação poderia ter sido evitada com um simples carimbo no tempo certo. O clima é de frustração, mas também de cobrança — e de atenção redobrada para que esse tipo de tropeço não volte a acontecer.

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