FOTO: ANGELO PIERETTI/GRÊMIO FBPA

Dor de cabeça “boa” para Luís Castro: disputa no ataque pode mudar o Grêmio contra o Vitória

Dúvidas no setor ofensivo colocam técnico diante de escolhas importantes em jogo decisivo antes da parada da Data Fifa

O Grêmio entra em campo nesta quinta-feira (19) tentando virar a chave no Brasileirão. Depois de dois empates consecutivos, o time comandado por Luís Castro encara o Vitória, na Arena, com a missão clara: voltar a vencer e subir na tabela antes da pausa para a Data Fifa. Mas se a necessidade de vitória é evidente, a definição do ataque ainda movimenta os bastidores da comissão técnica.

Segundo informações do ge, uma das principais dúvidas no Grêmio está justamente nas pontas. Carlos Vinícius e Amuzu aparecem como nomes praticamente certos, enquanto Tetê e Enamorado disputam a última vaga. Até aqui, apenas Tetê balançou as redes na Série A. Em quatro jogos e 284 minutos, marcou uma vez. Já Amuzu soma duas assistências, enquanto Enamorado contribuiu com uma.

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Carlos Vinícius. Foto: Lucas Uebel – Grêmio

Mesmo assim, o momento recente no Grêmio esta pensando. Enamorado ganhou espaço após a lesão de Tetê e deixou boa impressão, especialmente nas finais do Gauchão, também pela entrega sem a bola, um ponto que vem sendo cobrado no camisa 21. Luís Castro deixou claro que a decisão passa também pela condição física dos atletas e pela recuperação curta antes do confronto.

— No próximo jogo, não sei se vamos fazer muitas mudanças. Vamos primeiro avaliar os jogadores e ver em que estado eles se encontram. Agora vamos encontrar uma equipe que está com cinco dias de descanso e a nossa vai ter dois. Estranho como estas coisas acontecem — projetou o técnico.

Outra alternativa observada recentemente foi a entrada de Willian aberto pela esquerda, com Gabriel Mec reforçando o meio ao lado de Noriega e Nardoni. Após o empate com a Chapecoense, Castro também saiu em defesa do grupo e chamou a responsabilidade para si.

— Se a bola do Tetê e entra fica 2 a 1 (contra a Chapecoense), e estávamos aqui batendo palmas, todos contentes. Se a bola do Willian chutada da entrada da área entra, estávamos aqui muito bem, uma excelente estratégia, ganhamos o jogo. O futebol é assim, os resultados é que contam. Me culpem, não culpem os jogadores. Eles se entregaram por completo ao trabalho. O que eu prometo é trabalho, não sei fazer mais nada na vida — afirmou.

Do outro lado, o Vitória também chega com questões no ataque. Marinho está fora por lesão. Erick, que deixou o último jogo com dores, deve ser opção, enquanto Matheuzinho e Renato Kayzer tendem a formar o setor ofensivo baiano.

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FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA