Tricolor sai na frente, mas vê rival crescer no segundo tempo e adia definição da semifinal
O Grêmio fez o dever de casa… até certo ponto. Na tarde deste 15 de fevereiro de 2026, na Arena, o time comandado por Luís Castro controlou amplamente o primeiro tempo, abriu o placar e parecia encaminhar vantagem importante na ida da semifinal do Gauchão. Mas o empate em 1 a 1 com o Juventude deixou tudo em aberto para o confronto decisivo em Caxias do Sul.
Com quase 70% de posse de bola em determinados momentos, o Tricolor sufocou desde o início. A pressão virou gol aos 36 minutos: Willian cruzou com precisão pela esquerda e Tetê atacou o espaço como manda o manual. Testa firme, bola na rede. Explosão na Arena. Era o retrato de um time dominante, paciente e agressivo quando precisava.

Só que o segundo tempo mudou o roteiro. O Juventude voltou mais solto, mais vertical. Aos 11 minutos, Gabriel Pinheiro encontrou um passe em profundidade que desmontou a linha defensiva gremista. Patryck Lanza invadiu pela esquerda e finalizou forte, sem chance para Weverton. O empate esfriou o ambiente e trouxe tensão para o gramado.
Na reta final, o goleiro gremista ainda salvou o time cara a cara com Taliari. Aos 35, o Juventude ficou com um a menos após Léo Índio atingir Arthur com o cotovelo, lance revisado pelo VAR e punido com vermelho. Mesmo com superioridade numérica, o Grêmio não conseguiu romper a retranca alviverde. Agora, a vaga será decidida longe de Porto Alegre. E o Tricolor sabe: precisa ser mais letal quando domina.

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