A disputa interna por um novo rumo no banco de reservas ganhou temperatura nas últimas horas. O Grêmio se colocou diante de um cenário repleto de caminhos possíveis: enquanto uma conversa com Mano Menezes já estava prevista, outra frente surgiu com força — o nome de Luís Castro reapareceu nos bastidores, impulsionado por intermediários que tentam aproximar o português do clube. Embora a futura gestão negue ter marcado qualquer encontro, a verdade é que o ambiente tricolor virou palco de ofertas, ideias e movimentos paralelos que deixam a semana carregada de expectativa.

Luís Castro ouviu o projeto, mostrou abertura e respondeu com um “sim” para seguir conversando, gesto que acendeu o alerta no vestiário e ampliou o debate político às vésperas da posse de Odorico Roman, marcada para segunda-feira (08), às 20h, no Conselho Deliberativo. Nada é linear. Nada é definitivo. As cartas chegam rápido demais à mesa, e qualquer frase dita por dirigentes, empresários ou membros internos encontra eco imediato na torcida.
Enquanto isso, Mano Menezes mantém sua posição: quer seguir. Tem o aval do elenco. Há quem enxergue nele a continuidade necessária para 2026 depois do trabalho de 2025. Outros defendem uma ruptura. E o relógio corre — sem pressa aparente, mas com a sensação de que cada movimento pode ser decisivo num Grêmio que tenta reencontrar estabilidade bem no meio de um tabuleiro político renovado.

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