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Pressão por R$150 milhões pode fazer Grêmio negociar promessa da base

Clube gaúcho traça estratégia para equilibrar as contas enquanto mercado internacional observa de perto uma promessa formada em casa

O Grêmio já deixou claro internamente que 2026 também será um ano de decisões fora das quatro linhas. Após a direção expor um cenário financeiro delicado em reunião do Conselho Deliberativo, o clube passou a trabalhar com a meta de arrecadar cerca de R$150 milhões em vendas para manter o planejamento financeiro em dia. A informação ganhou força após publicação do portal RTI.

Dentro deste cenário, a base volta a ser protagonista. Considerados ativos importantes do clube, jovens talentos podem ser negociados em caso de propostas consideradas vantajosas. Um dos nomes mais observados neste momento é o meia Gabriel Mec, que voltou a despertar interesse do futebol europeu, conforme revelou o RTI.

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O assédio não é novidade. Em 2025, o atleta já havia sido monitorado pelo Chelsea FC e pelo FC Shakhtar Donetsk. Agora, além dos ingleses, o Sporting CP também acompanha a situação do jogador. Mesmo assim, a direção gremista não pretende facilitar qualquer negociação e promete jogo duro em caso de proposta oficial.

Internamente, o Grêmio já definiu a pedida: 20 milhões de euros (cerca de R$120 milhões na cotação atual) para liberar a promessa. Além dele, outros nomes da base também aparecem bem avaliados no mercado:

  • Thiaguinho
  • Roger
  • Luís Eduardo
  • Gabriel Menegon

A tendência é que, após a abertura da janela do meio do ano — logo depois da Copa do Mundo — o clube intensifique conversas para possíveis saídas. Movimento necessário para fechar o orçamento, mas que também exige cuidado para não comprometer o trabalho do técnico Luís Castro dentro de campo.

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