Nome badalado entrou no radar, mas valores mudaram o rumo do planejamento tricolor para 2026
O Grêmio avaliou, discutiu internamente e tomou uma decisão definitiva sobre um velho conhecido da torcida. Anderson Talisca esteve, sim, no radar da direção tricolor como uma das alternativas para reforçar o meio-campo na temporada de 2026. O meia de 31 anos foi analisado com atenção pela cúpula gremista, que buscava um nome de impacto para elevar o nível técnico do elenco comandado por Luís Castro.
Apesar do peso do nome e da identificação com o clube, a negociação não avançou. Mais uma vez, os altos vencimentos do jogador foram considerados um entrave significativo. O custo mensal inviabilizou qualquer tentativa mais concreta de retorno ao futebol brasileiro vestindo a camisa do Grêmio, fazendo a direção recuar antes de avançar para uma proposta oficial.

Com isso, o clube mudou o foco e abriu outra frente no mercado. Na mesma janela, a direção gremista tentou a contratação do argentino Thiago Almada. A ideia era um empréstimo junto ao Atlético de Madrid, mas o clube espanhol foi direto ao estipular o valor de 20 milhões de euros, cerca de R$ 107 milhões na cotação atual, o que também afastou o negócio.
Mesmo assim, o planejamento segue ativo. Após os acertos com Tetê, Enamorado e Caio Paulista neste início de ano, o Grêmio ainda trabalha para fechar com um goleiro, um meia e um camisa 5. A leitura interna é clara: reforçar o elenco com responsabilidade financeira, sem comprometer o projeto esportivo traçado para a temporada.

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