Tricolor acelera mudanças no elenco para aliviar os cofres e abrir espaço para novos passos no segundo semestre
O Grêmio iniciou uma forte reformulação interna e já calcula um impacto financeiro importante para o restante da temporada. Segundo informações do jornalista Saimon Bianchini, o clube terá um custo de aproximadamente R$ 49 milhões envolvendo nove rescisões realizadas para 2026. A medida faz parte do plano da direção para reduzir despesas e reorganizar o elenco comandado por Luís Castro.

Deixaram o clube nomes como Edenilson, Tiago Volpi, Jemerson, Lucas Esteves, Felipe Carballo, Gustavo Cuéllar, Lucas Mila e Franco Cristaldo. Já Rodrigo Ely acertou sua saída sem custos para o Tricolor. Apesar do valor elevado das indenizações, os bastidores tratam o movimento como necessário para aliviar a folha salarial nos próximos meses.
Caso todos os contratos fossem mantidos até o fim, o Grêmio teria um gasto estimado em cerca de R$ 95 milhões. Com isso, o clube calcula uma economia próxima de R$ 46 milhões entre salários futuros e compensações financeiras pagas nas rescisões.

Hoje, a folha salarial gremista gira em torno de R$ 23 milhões mensais. A meta da direção é reduzir aproximadamente R$ 5 milhões já para o segundo semestre, criando margem para novos ajustes e possíveis movimentações no mercado.
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