O fator determinante que fez a Arena pulsar e a estratégia de Luís Castro que silenciou os críticos
O Grêmio respira. Em uma noite de catarse coletiva, o Tricolor superou o Santos e as próprias limitações para buscar três pontos fundamentais. Segundo apuração da ZH, a vitória não foi obra do acaso, mas sim de uma reconstrução emocional em campo. Carlos Vinicius foi o operário do empate, mas coube a Tetê, em meio a lágrimas, selar a paz com a rede. Pavon, maestro improvável, saiu aclamado após distribuir assistências que ditaram o ritmo do triunfo.

A “mão” de Luís Castro apareceu quando o cenário era sombrio. O técnico não hesitou: sacou Noriega para a entrada de Arthur, mudando a dinâmica do meio-campo. “A vitória passou diretamente por essa decisão”, destacou a análise técnica do jogo. Quando Tetê entrou no lugar de Enamorado aos 10 minutos da etapa final, o destino parecia traçado. O time deixou de ser refém de falhas individuais para se tornar um bloco agressivo e dominante.
A arquibancada entendeu o momento. Com 37 mil vozes — o recorde da Arena no ano —, o Grêmio empurrou o adversário para as cordas. Com um aproveitamento de 70% nos últimos dez jogos, o time prova que o revés contra o Flamengo foi apenas um ponto fora da curva. O Z-4 agora é uma página virada enquanto o foco se volta para a Sul-Americana.

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