Meia do Dínamo Moscou é tratado como nome ideal para Luís Castro, mas operação depende de engenharia financeira pesada
O Grêmio voltou a olhar com força para Bitello, hoje no Dínamo Moscou, como um dos nomes mais desejados para assumir o papel de meia na equipe de Luís Castro. Nos bastidores, o jogador é visto como o perfil ideal para elevar o nível técnico do setor: conhece o clube, tem identificação com a torcida e reúne intensidade, chegada à área e capacidade de criação.

A operação, porém, está longe de ser simples. Como o Tricolor manteve 20% da mais-valia em uma futura venda, há um abatimento no custo para repatriar o atleta. A multa, segundo a pauta de bastidor, ficaria na casa dos 16 milhões de euros, cerca de R$ 98 milhões na cotação atual. O valor é considerado alto, mas a lógica gremista passa por um negócio de compra com possibilidade de revenda rápida.
O movimento teria como pano de fundo o mercado europeu. Bitello já despertou interesse de clubes brasileiros como Cruzeiro, Palmeiras e Botafogo, enquanto uma ida futura para a Inglaterra poderia alcançar valores próximos de 30 milhões de euros, aproximadamente R$ 184 milhões.

Por isso, o retorno a Porto Alegre é tratado como sonho caro, mas com potencial esportivo e financeiro. Para o Grêmio, seria uma aposta ousada: reforçar Luís Castro agora e tentar transformar o reencontro com Bitello em lucro mais adiante.
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