O Grêmio não mediu esforços para reforçar seu elenco na atual janela de transferências. Mesmo com um orçamento inicial de 8 milhões de dólares, o clube gaúcho precisou aumentar os investimentos e desembolsou cerca de 12 milhões de dólares (R$ 69 milhões) para concretizar a chegada de nove novos jogadores.
A decisão de ampliar os gastos veio após uma reunião da diretoria, que considerou o mercado inflacionado e viu a necessidade de investir mais para manter a competitividade. A captação de um novo patrocinador master e a venda do jovem Nathan Fernandes para o Botafogo foram fundamentais para viabilizar as contratações.

Entre os reforços mais caros estão Cristian Oliveira e Wagner Leonardo, ambos adquiridos por 4,5 milhões de dólares (R$ 26 milhões) cada. O belga Amuzu também representou um investimento significativo, chegando ao clube por 1,5 milhão de dólares (R$ 8,5 milhões). Outras contratações incluem o lateral Lucas Esteves, por 1 milhão de dólares (R$ 5,7 milhões), e o lateral-direito João Lucas, envolvido em uma troca com Thaciano e Guilherme, além de um montante de R$ 1,5 milhão.
Outras movimentações ocorreram com custos reduzidos, como a chegada de Gustavo Cuéllar e do goleiro Volpi, que vieram apenas com despesas salariais. Luan Cândido foi contratado por empréstimo, enquanto o novo meia do Grêmio, Camilo Reijers conseguiu liberação da FIFA devido ao conflito no país onde atuava.

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