Clube convive com altos salários de jogadores fora do time principal enquanto direção busca solução para reorganizar as contas
O Grêmio segue vivendo um momento de reconstrução dentro e fora de campo. Enquanto o técnico Luís Castro trabalha para consolidar uma equipe competitiva, a diretoria enfrenta uma dor de cabeça pesada nos bastidores, o clube ainda convive com contratos considerados extremamente altos para atletas que sequer são titulares.

O cenário financeiro herdado da gestão de Alberto Guerra segue impactando diretamente o planejamento tricolor. No começo da temporada, 21 jogadores deixaram o grupo principal, mas muitos acordos seguem pesando na folha salarial através de pagamentos paralelos e indenizações. O problema, porém, está longe de terminar.
Ainda de acordo com a informação, alguns atletas recebem salários acima de R$ 1 milhão e até superiores a R$ 2 milhões mensais sem protagonismo dentro de campo. Internamente, existe a avaliação de que o banco de reservas custa mais caro do que a equipe recheada de jovens da base que vem atuando regularmente.

Agora, o presidente Odorico Roman e seus parceiros de diretoria tentam encontrar alternativas para reduzir os gastos. A tendência é de novas saídas até dezembro, embora muitos contratos longos dificultem qualquer solução imediata.
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