Um jogo que começou mal terminou como daqueles que explicam a essência do futebol e do Grêmio
Foi bonito de ver. Mas não desde o início. O primeiro tempo do Grêmio contra o Botafogo foi pobre, sem tempero, sem alma. O time saiu perdendo, foi para o intervalo em desvantagem de 2 a 1 e deixou a impressão de que a noite seria longa. Faltava intensidade. Faltava futebol. Faltava Grêmio.
A volta do intervalo mudou tudo. O Grêmio reapareceu com a faca entre os dentes, tomou conta do jogo e transformou um cenário complicado em espetáculo. Pressionou, empurrou o Botafogo para trás e construiu, com autoridade, uma vitória por 5 a 3 que empolgou a Arena. O jogo ganhou ritmo, ganhou emoção e passou a ter apenas um dono.

Aqui cabe o registro. Luís Castro errou na escalação inicial, sim, mas foi preciso nas mudanças. Reconheceu o erro, corrigiu o time e teve papel direto na virada. Treinador também vence partida assim: lendo o jogo e agindo no momento certo. O Grêmio cresceu como equipe e mostrou personalidade.
E individualmente foi noite de gala. Amuzu, Carlos Vinícius e Tetê decidiram, chamaram a responsabilidade e deram brilho à vitória. Um daqueles jogos que ficam na memória do torcedor. Opinião de Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, em sua coluna no GZH, sobre um Grêmio que saiu do nada para tudo em apenas 45 minutos.

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