O assédio internacional às promessas do Grêmio ganhou mais um capítulo. Depois da procura do Shakhtar Donetsk por Gabriel Mec, agora foi a vez de João Borne despertar interesse fora do país. O meia-atacante de apenas 17 anos, um dos nomes mais promissores das categorias de base, recebeu proposta do futebol árabe.

A oferta, no entanto, foi considerada insuficiente. O clube gaúcho recusou os US$ 500 mil (cerca de R$ 2 milhões na cotação atual) apresentados pelo time interessado. A direção gremista entende que o valor não condiz com o potencial do jogador.
A pedida da diretoria é de US$ 4 milhões por 70% dos direitos econômicos, o que equivale a aproximadamente R$ 24 milhões. O Grêmio pretende manter controle sobre a maior parte do passe de João Borne, acreditando no desenvolvimento do atleta e no retorno esportivo e financeiro que ele pode trazer no futuro.
Grêmio protege seu futuro em meio a sondagens
A postura firme em relação a João Borne segue a mesma linha de negociação adotada com outros jovens talentos revelados em Eldorado do Sul. O objetivo é evitar saídas precoces a valores considerados abaixo do mercado e garantir que a base siga como patrimônio estratégico do clube.

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